13/07/12

DECLARAÇÃO DA CASA-CE


SOBRE O PROCESSO ELEITORAL



Foto: Abel Chivukuvuku quando lia a declaração tornada pública pela CASA-CE
A Direcção da Convergência Ampla de Salvação Nacional – Coligação eleitoral, CASA – CE, realizou esta manha, um encontro com a Comissão Nacional Eleitoral, CNE,  com o  propósito de alertar este órgão, sobre as inúmeras inconstitucionalidades, ilegalidades e irregularidades, que estão a ser cometidas pelos vários órgãos do Estado, no âmbito do actual processo eleitoral.

A Direcção da CASA – CE,  entregou ao   CNE, um memorando,  onde estão expostas todas estas ilegalidades e irregularidades. A CASA - CE, considera, que todos os órgãos do Estado, com responsabilidade atinentes aos diversos aspectos relacionados com  a condução e execução do processo eleitoral, ainda vão a tempo, de corrigir essas anomalias, e assim, ser realizado um  processo eleitoral verdadeiramente livre, justo e transparente, para o bem de Angola e de todos os angolanos.
Foto: Delegação da CASA-CE, no frente a frente com os responsáveis da CNE

A Direcção da CASA – CE, espera, que o governo do Reino de  Espanha, incentive e exija da multinacional Espanhola INDRA,  a pautar por uma postura que garanta a  eficácia,  lisura, justeza e transparência, na execução do seu papel, enquanto  interventor técnico  no processo eleitoral angolano.

A Direcção da CASA – CE, considera, que tudo o que de negativo vier a ocorrer no actual processo eleitoral, será da única e total responsabilidade histórica, do candidato José Eduardo dos Santos, na sua dupla qualidade de jogador e arbitro no que concerne ao processo eleitoral, mas sobretudo, como  controlador absoluto e exclusivo de todas as actuais instituições do Estado da República de Angola, facto hoje do conhecimento da maioria dos cidadãos angolanos.
Foto: Assinalável presença da media 
A Direcção da CASA – CE, lança um apelo solene, a todas as forças vivas patrióticas da nação, e a todos os angolanos, a desenvolver esforços coordenados,  no sentido de forçar o candidato José Eduardo dos Santos, pelo menos desta vez, a aceitar, que os angolanos determinem  em liberdade, o futuro do  País, e que as eleições gerais de 2012 reflictam verdadeiramente, a vontade soberana dos angolanos.

Tudo por Angola
Uma Angola para todos
Luanda, 11 de Julho de 2012

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