10/06/12

DO PALANCA AO PALANCA




SETE HORAS DE INTENSA ACTIVIDADE NAS ÁREAS ESQUECIDAS DE LUANDA

GRANDE INTERESSE PELA MENSAGEM

O interesse que despertou o material distribuído! Todos queriam tê-lo... Todos procuraram lê-lo com interesse gratificante para quem distribuíu...
Jovem vendedor, numa das ruas do Palanca ...            
A satisfação de receber a mensagem da mudança...
Jovem exibe a foto de Chivukuvuku

09/06/12

MERCADO DO PALANCA

Jovens exibindo a foto de Abel Chivukuvuku, entusiasmados por terem contactado o homem por quem aguardavam!
Hoje, interior do mercado do Palanca em Luanda...

CHIVUKUVUKU NO PALANCA

Foto captada na zona do Avó Kumbi. Um abraço a Chivukuvuku.
O presidente da CASA-CE percorreu hoje os principais bairros do município do Kilamba Kiaxi na jornada de campo que se  estendeu pelas diversas áreas  da província de Luanda.
Chivukuvuku  esteve a frente da caravana motorizada e desembarcou na paragem do Sanatório, seguindo para o interior do Palanca, onde foi efusivamente recebido.
O candidato á presidencia da Republica pela CASA-CE caminhou pelas ruas, visitou mercados e conversou com os residentes.

ABEL CHIVUKUVUKU, RESPONDE AS PERGUNTAS COLOCADAS PELOS JORNALISTAS. TUDO SOBRE A DESIGNAÇAO DO ALMIRANTE "MIAU". OIÇA ...


08/06/12

CASA-CE APONTA MENDES DE CARVALHO VICE-PRESIDENTE DE ANGOLA

Almirante "MIAU" PARA VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, PELA CASA-CE...

É O " MENDES DE CARVALHO" FILHO...

DECLARAÇÃO

Abel Chivukuvuku, candidato a Presidente de Angola...
A Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral, CASA–CE, realizou na cidade de Luanda, aos 26 de Maio de 2012, a  1ª Reunião Ordinária do seu Conselho Deliberativo Nacional, no qual participaram 183 dos 275 membros efectivos.
Da agenda de trabalhos da 1ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo Nacional, constou a definição e eleição, dos futuros Cabeça de Lista da Convergência Ampla de Salvação de Angola para os Círculos Eleitorais Provinciais, assim como a aprovação das regras de composição das listas de candidatura provinciais, de acordo com os critérios políticos e cívicos, previamente aprovados pelo Conselho Presidencial alargado, da CASA-CE.
Durante a 1ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo Nacional da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral, foi também ratificada a escolha do Presidente da CASA-CE, Sr. Dr. Abel Epalanga Chivukuvuku, como Cabeça de Lista e candidato a Presidente da República de Angola nas eleições previstas para o dia 31 de Agosto de 2012 pela CASA–CE, mediante proposta apresentada pelo Conselho Presidencial, em  observância aos acordos Constitutivos aprovados pelo Convénio Constitutivo, realizado no Centro de Convenções de Talatona, em Luanda, de 2 a 3 de Abril de 2012.
Em consequência da decisão do Conselho Deliberativo Nacional de ratificar a escolha do cidadão Abel Epalanga Chivukuvuku como candidato da CASA–CE a Presidente da República, foi também  reiterada a prerrogativa constante nos Acordos Constitutivos, que outorgam ao Conselho Presidencial e ao seu Presidente, a definição da personalidade angolana com perfil de consenso, para suprir a posição de número dois na Lista e ipso facto, candidato da CASA–CE a  Vice – Presidente da República de Angola.
Assim, no supremo interesse de Angola, o Conselho Presidencial da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral, deliberou e aprovou, sob proposta do Presidente da CASA–CE, convidar o cidadão e nobre patriota angolano, de credenciais nacionalistas inquestionáveis,  o Sr. André  Gaspar Mendes de Carvalho, também conhecido por «Miau», Almirante das Forças Armadas Angolanas, enquanto cidadão independente, representando um largo segmento de angolanos fora dos partidos políticos para, na qualidade de número dois vir a ocupar a alta função de Vice – Presidente da República, em nome da CASA-CE.
Durante a comunicação, sobre as candidaturas aos
cargos de Presidente Vice-Presidente da República.
Em virtude do convite endereçado, pela CASA – CE, ao Almirante  André Gaspar Mendes de Carvalho, este encetou todas as demarches legais em respeito a legislação em vigor, mormente a Constituição, a Lei dos Partidos Políticos, a Lei Militar e a Lei Eleitoral, relativamente as suas obrigações pontuais enquanto oficial general das Forças Armadas Angolanas, alias sobejamente cumpridas, por mais de 30 anos de serviço e dedicação, tendo para o efeito dirigido em tempo oportuno, um requerimento formal ao Comandante em Chefe das  FAA e Presidente da República, José Eduardo dos Santos, tramitado através do Chefe do Estado Maior Geral das Forças Armadas Angolanas, para a devida passagem a reforma, já previamente solicitada em 2011, para efeitos de contribuição, agora, na vida política activa, enquanto um direito legítimo, constitucionalmente consagrado.
Pormenor da plateia com jornalistas e alguns dos responsáveis
membros da CASA-CE
Em conformidade com o acima exposto, para o bem da Nação e como Estado Democrático e de Direito, que Angola é, a Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral, está segura que o Presidente da República, na sua qualidade de Comandante em Chefe das Forças Armadas Angolanas, procederá de forma atempada ao processamento atempado da passagem a reforma do Almirante André Gaspar Mendes de Carvalho, enquanto um direito cívico e político de cidadania requerido.
A Convergência Ampla de Salvação de Angola informa ainda a opinião pública nacional e internacional, que procederá ao depósito da sua candidatura as eleições gerais de 2012, no Tribunal Constitucional, na segunda feira dia 11 de Junho de 2012, pelas 9h30, seguido de conferência de imprensa, no mesmo dia, em local e hora a indicar, na qual serão tornados públicos os nomes das personalidades e individualidades independentes e não só, que servirão Angola e os angolanos, como Cabeça – de – Lista, nas distintas províncias e os do círculo nacional, do nosso País em representação da CASA–CE. 


Todos por Angola
Uma Angola para Todos
Esta é a Hora.
A Hora é da Mudança

Luanda, 07 de Junho de 2012
  

07/06/12

ALMIRANTE DAS FAA PARA VICE-PRESIDENTE DE ANGOLA PELA CASA-CE


Chivukuvuku e filho de histórico do MPLA lideram lista de novo partido às eleições

(Notícia da Lusa)
Abel Chivukuvuku anunciando a composição dos cabeças de lista, hoje ...
O antigo delfim de Jonas Savimbi e um dos filhos de Mendes de Carvalho, histórico nacionalista do MPLA, encabeçam a lista da Convergência Ampla de Salvação de Angola (CASA-CE) às eleições gerais de 31 de agosto em Angola.
O anúncio foi feito por Abel Chivukuvku, antigo delfim de Jonas Savimbi e presidente da CASA-CE, formação partidária recentemente constituída que pretende constituir a terceira via face aos partidos históricos MPLA e UNITA.
A Constituição angolana determina que "é eleito Presidente da República o cabeça de lista, pelo círculo nacional, do partido político ou coligação de partidos políticos mais votado no quadro das eleições gerais", cabendo ao número dois da lista a nomeação para Vice-Presidente da República.

Depois de Abel Chivukuvuku, a coligação eleitoral CASA-CE apresenta como número dois o almirante André Gaspar Mendes de Carvalho, prestigiado oficial general angolano que já requereu a passagem à reforma para poder assumir a vida política ativa.

O nacionalista Mendes de Carvalho, pai do candidato da CASA-CE à vice-Presidência da República, foi deputado do MPLA e dedicou-se à escrita, tendo publicado diversas obras sob o nome de Uanhenga Xitu.

Na cerimónia de anúncio dos dois primeiros nomes da lista da CASA-CE candidata pelo círculo nacional, Abel Chivukuvuku adiantou que os demais cabeças de lista, das 18 províncias de Angola, serão divulgados segunda-feira, quando forem entregues no Tribunal Constitucional os respetivos processos de candidatura.

Após a deposição dos processos de candidatura, a CASA-CE anunciará em conferência de imprensa o programa de ação para as eleições gerais de 31 de agosto.

Todavia, o líder da CASA-CE revelou já dois nomes, os dos jornalistas José Lelo, que será o número um na lista pela província de Cabinda, e William Tonet, que encabeçará a lista por Luanda.

Pormenor da plateia durante a conferencia de imprensa
José Lelo, antigo correspondente da Voz da América na província de Cabinda, foi condenado em 2008 a 12 anos de prisão por prática de crime contra a segurança do Estado e instigação à rebelião armada no enclave.

William Tonet, que é também advogado, dirige o Folha 8, a mais antiga publicação da imprensa escrita privada em Angola e que se destaca na cobertura noticiosa satírica, por vezes contundente, da realidade social e política angolana.

Tonet foi condenado em outubro do ano passado a um ano de prisão, convertida numa indemnização de cem mil dólares (quase 73 mil euros), pelos crimes de "injúria, calúnia e difamação", por causa da publicação no jornal de que é diretor de artigos sobre responsáveis do Estado angolano.

Na altura, foi organizada uma campanha de solidariedade, que rendeu mais de 71 mil dólares, valor aquém do exigido pelo tribunal.

William Tonet recorreu desta decisão para o Supremo Tribunal e ainda aguarda uma decisão.

EL.

Lusa/Fim

06/06/12

APRESENTADOS CABEÇAS DE LISTA DOS FUTUROS DEPUTADOS


NOTA DE IMPRENSA


A CASA-CE, Convergência Ampla de Salvação de Angola, procederá apresentação dos nomes dos  cabeças de lista provinciais e nacionais, em acto a  ter lugar pelas 15:00 horas desta quinta-feira dia 7 de Junho, no hotel Skyna aqui em Luanda, Av. de Portugal.

Desejando que o referido acto tenha a melhor cobertura da imprensa local e internacional;

Somos a convidar o V. órgão de comunicação[*].

Confiantes de que merecemos a V. melhor atenção,

Agradecemos antecipadamente.


Luanda, 6 de Junho de 2012


TUDO POR ANGOLA



[*] Para quaisquer informações adicionais, não hesite telefonar-nos 923 218 556

05/06/12

CHIVUKUVUKU FEZ ANALISE SOBRE O PAIS



CASA-CE
Convergência Ampla de Salvação de Angola
            Coligação Eleitoral
    Sede: Rua Cabral Moncada, 179-A
                Zona Sagrada Família
                      Luanda – Angola

PONTO DA SITUAÇÃO

Considerando a conjuntura actual como denunciadora de anomalias notórias, a CASA-CE questiona o Executivo a propósito do que considera ser uma questão fundamental, nas vésperas da realização das eleições anunciadas para o dia 31 de Agosto do ano em curso, isto é, os fundamentos da própria legalidade de muitos actos que têm sido anunciados, nos últimos tempos, pelo Conselho de Ministros reunido nos dias 25  e 30 de Maio.

As promessas dirigidas a segmentos vulneráveis, como a juventude e as mulheres, esquecidos durante toda a legislatura, iniciada em 2008, constituem mais uma prova da falta de seriedade e da política de mentiras do executivo do presidente Eduardo dos Santos.

Quem não cumpriu em quatro anos, não é crível que o  faça, quando falta pouco menos de três meses, para a realização das eleições.


I – SOBRE A JUSTIÇA E O PROCESSO ELEITORAL

1 – No capítulo da justiça eleitoral é importante aferirmos estar o país sob cobertura de uma fraude institucional, superiormente dirigida e orientada por sua excelência o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, através dos seus órgãos de apoio, nomeadamente a Casa Militar, que já teve igual desempenho em 2008, senão vejamos:

a) o Presidente da República que é endeusado, ao longo de 33 anos de poder absoluto, sem nunca ter sido eleito, por ocasião do seu aniversário no dia 28 de Agosto, não teve a humildade de estadista e a visão de líder, quando decidiu marcar as eleições para o dia 31 de Agosto, três dias depois do regabofe, que se estende para lá de Setembro.
Esta é a mais lídima fraude e uma vergonha, por demonstrar estar o país carente de um presidente de todos angolanos.

b) A CASA – CE considera que o acordão da Câmara do Cível e Administrativo do Tribunal Supremo, que ditou o afastamento da dra Suzana Inglês, não constituiu uma certa independência do sistema judicial, pois o que ocorreu foi uma concertação, com o Presidente da República, que mandou abortar o seu plano de imposição, face a pressão de alguns partidos da oposição, da sociedade civil e da comunidade internacional. E se dúvidas houvesse, basta verificar, que no mesmo dia da decisão judicial, o bureau político do MPLA, minutos depois já tinha preparado um comunicado, sobre o conteúdo do acordão, o que é muito estranho, mas demonstrativo da cumplicidade;

c) A CASA – CE considera ilegal a nomeação de um presidente interino da CNE, quando o mais importante nesta altura, seria o de se regular o quadro da Comissão Eleitoral, com indicação dos prazos  para a realização do concurso, indicação, nomeação e tomada de posse, diante da Assembleia Nacional, do novo presidente da Comissão Nacional Eleitoral;

d) De facto, como é que podemos compreender que se leve a cabo um processo tão importante e delicado como são estas eleições gerais, por intermédio de organismos não consolidados, dirigidos por responsáveis interinos?
Onde é que já se viu no mundo moderno organizar-se um pleito eleitoral desta envergadura com pessoas de passagem, funcionários de substituição, interinos, à frente dos órgãos de decisão?

e) Por outra, como é que o juiz que presidiu o concurso do Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ) e que teve o "desplante" de indicar Suzana Inglês para presidente da CNE, violando o próprio critério estabelecido pelo Conselho Superior da Magistratura Judicial na escolha do candidato a presidente da CNE,  veio depois apôr a sua assinatura na decisão da Câmara do Cível e Administrativo do Tribunal Supremo, que considerou ilegal o concurso, logo a indicação de Suzana Inglês e agora, se tenha calado, na nomeação de um presidente interino.

f) A CASA – CE denuncia a excessiva interferência do presidente da República no poder judicial, num período pré –eleitoral, principalmente quando decidiu, através da ordem do Comandante – em – chefe n.º 3/12, promover ao grau militar de general, o Presidente do Tribunal Supremo, Cristiano Augusto André. 

Por tudo isso, a CASA – CE não se conforma enquanto não obtiver respostas válidas para as questões de legalidade e legitimidade do órgão de controlo das eleições, que cada vez mais se assemelha a um antro de comprovadas irregularidades, superiormente dirigidas pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos.


II – SOBRE A ECONOMIA E SERVIÇOS

O regime do Presidente da República, demonstrando não ter uma noção de contas públicas, ao aproximarem-se as eleições veio oferecer um presente envenenado aos cidadãos angolanos, com base em financiamentos bancários, através dos bancos comerciais, dirigidos por membros do MPLA, cuja  condição essencial, é a apresentação de cartão de militante do MPLA, acrescida do cartão eleitoral e  a junção de mais 20 assinaturas;  

Os “Balcões BUE já são às dezenas”. A notícia vem estampada na página 1 do Jornal de Angola de 30 de Maio último onde se afirma também que os BUE são um estímulo para os empresários. No desenvolvimento da notícia, na página 2, vem a informação do director do Gabinete de Planificação do Governo Provincial de Luanda, militante do MPLA, segundo a qual, “as sessões de esclarecimento sobre o funcionamento dos BUE começam em Junho”. Santa batota. Se começam em Junho, as pessoas têm um mês para apresentar os processos e depois, existe a aprovação, já em Setembro, mas os dados pessoais dos candidatos a financiamento, já foram registados e utilizados a favor do partido do regime, em Agosto. 

A CASA-CE recorda que  existe  o Guichet Único de Empresa – GUE de que não se ouve mais falar! Agora surgem os “BUE” cujo funcionamento só será divulgado a posteriori. O regime mais uma vez não disse onde saiu esse dinheiro dos financiamentos de última hora, pois nenhuma rubrica desta natureza constou do orçamento geral do Estado de 2012.



III – SOBRE A MANIPULAÇÃO  ELEITORAL DO REGIME

Ciente das motivações eleitoralistas por detrás da criação dos “BUE”, e de outros acontecimentos políticos vividos no mês de Maio, a CASA-CE vem denunciar a comunidade nacional e internacional o seguinte:



a)– Se o Executivo do Presidente José Eduardo dos Santos tivesse preocupação genuína e séria em relação ao apoio que o Estado deve de uma maneira geral aos empreendedores do nosso País, ter-se-ia entregue ao exercício de aprender coisas simples com factos à vista de todos os cidadãos.

b) Os imigrantes originários da África Ocidental “semearam” nos musseques de Luanda e não só,  pequenos estabelecimentos comerciais. Esses estabelecimentos proliferaram diante da impavidez e serenidade dos responsáveis. Esta é obviamente uma área de negócio que deveria estar, se não exclusivamente, pelo menos maioritariamente nas mãos de cidadãos nacionais.

Os cidadãos estrangeiros detentores de tais lojecas vieram para Angola apoiados e financiados pelos Governos dos respectivos países. Bastava ao Executivo de Angola, caso estivesse de facto interessado em apoiar e promover os pequenos empreendedores  promover a capacidade de copiar coisas simples e úteis! Não o fez e a consequência imediata é a “zunga” e a “venda ambulante”. Como se isto, de per si, já não fosse demais, criou os chamados fiscais, agentes treinados para infernizar a vida de quem, afinal, desprotegido pelo seu próprio Estado, apenas busca formas de não sucumbir à fome.

c) Não foi necessário esperar pelo anúncio de “transformar Angola num canteiro de obras” para que alguns empreendedores montassem pequenos negócios no ramo da construção civil, como é o caso, por exemplo, da fabricação artesanal de blocos de cimento e areia. Tivesse o Executivo do Presidente José Eduardo dos Santos algum sentimento de solidariedade e um pequeno quinhão de patriotismo verdadeiro, não teria sido permitido que tais pequenos negócios fossem completa e absolutamente absorvidos por indivíduos que chegam diariamente da China. Hoje, até mesmo a exploração e venda de inertes, de cimentos etc, são  negócios nas mãos de gente chegada da Ásia em sociedades com dirigentes do MPLA.

d) O pequeno negócio no ramo dos cuidados e assistência a automóveis também já está, de forma paulatina, nas mãos das mesmas pessoas. O regime do presidente José Eduardo dos Santos, proibiu a entrada no País  de viaturas com mais de 3 anos vedando assim  a maioria pobre a possibilidade de acesso a um meio de transporte ou base para o sustento da família.

A CASA-CE compreende que as manobras eleitoralistas,  são apanágio dos regimes impopulares e anti – democráticos.  Porém, devia haver limites para essas práticas.


IV – SOBRE OS SECTORES DAS OBRAS PÚBLICAS E HABITAÇÃO

A  dificuldade vivida pelos jovens no que concerne ao acesso à habitação é uma auténtica irresponsabilidade do Executivo do Presidente Eduardo dos Santos. A esse respeito, a CASA-CE coloca a questão de forma directa e sem rodopios: a cidade do Kilamba foi construída para servir a quem? Tendo sido alegadamente construída com o dinheiro do Estado, tal cidade devia servir as necessidades dos cidadãos deste País.

 A CASA-CE insta o Executivo a esclarecer rápida e urgentemente a opinião pública nacional sobre os destinos traçados para aquela cidade sem vivalma! Isto é urgente porquanto não podemos viver num quadro em que há “casas sem pessoas e pessoas sem casas”.


O regime de José Eduardo dos Santos prometeu ao povo de Cabinda há mais de 25 anos construir um porto comercial, uma barragem hidroeléctrica, uma refinaria e outras condições de desenvolvimento regional. Até hoje nada disso foi feito e à última hora surgem promessas eleitorais descabidas, para mais uma vez ludibriarem as populações e aumentar o clima de tensão na região.

No dia 28 de Maio, o Presidente da República deveria inaugurar em Cabinda uma ponte de cais, que foi mais um barrete e exemplo de má gestão dos fundos públicos. Foram investidos cerca de 40 milhões de dólares, sendo que 20 milhões para pagar a ponte fixa de 150 metros quadrados e os restantes para uma móvel de igual comprimento. No entanto por defeito de construção, pois a sua fixação é deficiente ela não pode receber barcos de grande calado, com a agravante de não terem sido construidos esporões para controlar as ondulações marítimas.

Neste quadro, uma empresa portuguesa foi contratada para desassoreamento diário, visando preservar a ponte, com um custo diário a rondar os cerca de um milhão de dólares/dia. São gastos irresponsáveis para um empreendimento paliativo.

No domínio da energia eléctrica, a província de Cabinda continua a ser abastecida de forma deficiente por turbinas, quando bem poderia ser construída uma barragem hidroeléctrica nos rios Chiloango ou Luali, com grande caudal e com locais tecnicamente apropriados para  a contenção das águas.




V – SOBRE O SECTOR DO COMÉRCIO

A CASA – CE insta o presidente da República a justificar-se diante do povo angolano, sobre as razões pelas quais os supermercados NOSSO SUPER, foram a falência, na primeira fase, depois do governo ter investido mais de 100 milhões de dólares e haver rumores de provável distribuição dos mesmos a seus próximos.

Por este motivo, a CASA-CE pede esclarecimentos sobre a proveniência dos fundos que permitem agora a sua reinauguração com pompa e circunstância, pela ministra do Comércio, Dra. Idalina Valente, quando os fundos desta engenharia não constam do Orçamento Geral do Estado.

A CASA – CE exige que o presidente da República explique ao país, as razões porque está a levar a ruína a maioria dos comerciantes angolanos, ao entregar sem contrapartidas o comércio alimentar a uma empresa estrangeira.

 O cenário que envolveu a criação, a falência técnica e a recuperação da rede Nosso Super, dá para admitir que a criação da mesma obedeceu a um plano que já previa a sua falência para posterior oferta aos próximos do Chefe de Estado. Por isso mesmo, a CASA-CE insta o Executivo a esclarecer, sem rodeios, a proveniência dos dinheiros que permitem agora a “ressurreição” dessas lojas em vésperas de eleições.


VI    SOBRE PROGRAMA NACIONAL
DE APOIO À MULHER RURAL

A origem peri - urbana da maioria dos membros do Executivo do Presidente dos Santos deveria, supostamente, deveria ser fonte de inspiração para um melhor conhecimento da realidade no meio Rural do nosso País.  Ou seja, se o Executivo se entregasse ao trabalho de conhecer o mínimo, o que é o nosso meio rural, empreenderia certamente que acções que são exigidas por uma emergência nacional e que não se compadecem com medidas eleitoralistas para “inglês ver”!


A CASA-CE questiona o senhor Presidente da República a  responder, com visão de angolano, o seguinte:

a) a Mulher Rural afinal só desperta atenção em véspera de eleições?

b) a agricultura, o escoamento dos produtos do campo para a cidade, só são vitais, quando se quer os votos dos agricultores e camponeses?

É preciso que se tenha muito cuidado com estas brincadeiras senhor Presidente, porque as Mulheres Rurais e de uma forma geral todos os que perfazem a população do nosso meio rural, são cidadãos nacionais com noção da insensibilidade dos governantes porque vivem no dia  as vicissitudes a que têm sido submetidos ao longo dos anos.




VII – SOBRE O DECRETO  QUE CRIA O CONSELHO NACIONAL
PARA AS  PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA

À parte as pessoas que nascem com deficiências compatíveis com a vida, é do conhecimento do   comandante-em chefe  das Forças Armadas Angolanas, que a maioria dos  deficientes físicos são  antigos militares que se sacrificaram por Angola, ou vítimas directas da guerra. Logo, a CASA-CE pergunta ao Presidente: apenas agora, em véspera de eleições, é que estas Pessoas adquiriram o direito a serem tratadas como cidadãos?
Não pode e não deve o regime continuar a manipular  os sentimentos e sonhos dos angolanos apenas quando se aproximam as eleições.
A CASA – CE espera por tudo isso que os cidadãos eleitores não se deixem enganar pela postura oportunista e irresponsável do governo e  votem conscientemente. Aqueles que usam as maratonas alcoólicas e as promessas vãs, como as de um milhão de casas,  devem desta vez, em Agosto, ser colocados na oposição para respeitarem os Angolanos.

Uma Angola por Todos
Todos por Angola
Votar consciente é votar CASA – CE
Votar consciente é votar na Mudança   

Luanda, 04 de Junho de 2012


04/06/12

MPLA COM O 'LUMPENATO' NO PODER


Pelo oitavo dia consecutivo militantes  do MPLA mantêm  ocupada a sede da CASA-CE no Cazenga.

O acto, à todos os títulos reprovável, teve lugar dois dias depois de ter sido hasteada a bandeira n aquele município, o terceiro mais populoso (do ponto de vista eleitoral) a seguir ao Kilamba-Kiaxi(primeiro) e a Viana(no segundo lugar) com base nos dados apresentados pelo MAT-Administração do Território.

Uma tentativa de abordagem pacífica com responsáveis do MPLA, não procedeu na semana passada. Por alguma razão ainda não devidamente fundamentada, Dino Matross, o Secretário Geral do MPLA desmarcou o encontro que devia realizar com uma delegação da CASA-CE.
Não há sinais de que este evento venha a ser remarcado.

Aos angolanos pouco surpreende que o partido no poder se associe a práticas deste género, dadas as  suas alianças com importantes segmentos do “lumpenato ” graças ao que se tem mantido no poder pela força, desvirtuando deste modo a ordem  natural e social. Por esta razao, talvez assegure por mais algum tempo a desgovernacao do pais...

01/06/12

REUNIÃO DO EXECUTIVO DO SECRETARIADO PROVINCIAL DA CASA-CE


Aos 29 de Maio do ano em curso, o Executivo do Secretariado Provincial da CASA-CE, esteve reunido para transmissão  das recomendações saídas da I reunião ordinária do Conselho Deliberativo Nacional da CASA-CE que decorreu em Luanda sob orientação da Sua Excelência Dr. Abel Chivukuvuku, presidente da CASA-CE e candidato a presidência da Republica.

Os membros do Executivo do Secretariado Provincial da CASA-CE no Kuando-Kuabango congratularam-se com o apoio dado ao presidente da coligação como cabeça de lista nas eleições já convocadas.

Os membros deste executivo deram apoio ao companheiro Domingos Paulo Muleleno Ozono, Secretario Executivo Provincial para ser o cabeça de lista no círculo provincial do Kuando Kubango.

 Os membros do Executivo Provincial da CASA-CE, estão prontos e prometem cumprir com as orientações saídas naquela reunião do Conselho Deliberativo Nacional.

Os membros do Executivo do Secretariado Provincial da CASA-CE tomaram o conhecimento sobre o assalto a sede da CASA-CE no Cazenga – Luanda pelos militantes do MPLA, e, consideraram como uma atitude antidemocrática numa fase que se avizinha as eleições gerais. Os mesmos encorajam a direção da coligação CASA-CE para se encontrar uma solução o mais rápido possível. Também os mesmos apelam a polícia nacional para agir com transparência e não furtar das suas responsabilidades, pois a polícia é apartidária e deve estar ao serviço de todos cidadãos, tomar medidas onde existir vandalismo. Nas eleições precisamos dos polícias que garantem a segurança dos políticos e todos cidadãos. Chegou a hora de dar exemplo no mundo que somos mesmo especiais.

Viva Angola

Viva a Paz

Viva a Democracia

Viva a CASA-CE

Viva o presidente Dr Abel Chivukuvuku

Unidos construiremos uma Angola melhor para todos

Menongue, aos 29 de Maio de 2012

O Executivo do Secretariado Provincial da CASA-CE

29/05/12

ENCONTRO COM "DINO MATROSS" DO MPLA

EM CAUSA A INVASÃO DA SEDE DA CASA-CE NO CAZENGA


Bandeira da CASA-CE

Com efeito uma delegação cuja composição nao foi revelada desloca-se dentro de instantes (as 11:00 horas) a sede do MPLA, com o ponto de abordagem: a ocupaçao da sede da CASA-CE no Cazenga.
O  episódio insólito nas imediações da SONEFE terá ocorrido nesta segunda-feira entre as 8-9 horas da manhã.
Os homens tomaram de assalto as instalações que vandalizaram retirando a bandeira e outros meios materiais, á pretexto de que há 20 anos atrás, nela funcionava um escritório da OMA, braço feminino do partido no poder desde 1975.
O mesmo edifício albergou nestes anos, a sede do PALMA, um dos partidos que integra a coligação da actualidade.
A reunião de hoje acontece á pedido da CASA-CE.

28/05/12

CONSELHO DELIBERATIVO NACIONAL DA CASA-CE


Comunicado da I Reunião Ordinária

Bandeira da CASA-CE
Luanda-Sob a presidência do seu Presidente, Dr. Abel Epalanga Chivukuvuku, realizou-se aos 26 de Maio de 2012, no Salão Paroquial de S. Domingos em Luanda, a 1ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo Nacional (CDN) da CASA-CE.

A reunião, que decorreu num clima de franca camaradagem, confiança, optimismo muita fé e certeza, contou com a presença e participação de 185 membros dos 275 que estatutariamente compõem o Órgão e chegou às seguintes conclusões:

1 – Os membros do CDN congratularam-se com os resultados alcançados, mormente no referente à implantação e à criação de condições infra-estruturais em todo o território nacional e, concomitantemente, ao registo e enquadramento de novos membros.


2 – Os membros do CDN tomaram conhecimento da conclusão do processo de recolha de assinaturas para suportar a candidatura da CASA-CE às eleições gerais já convocadas para 31 de Agosto do corrente ano e felicitam os membros dos Secretariados Executivos Nacional e Provinciais, cuja dedicação foi determinante.


3 – Os membros do CDN congratularam-se com o facto da sua acção ter contribuído positivamente para que o Executivo tenha acatado as suas sugestões relativas à forma de elaboração e apresentação dos relatórios trimestrais.


4 – Com vista a assegurar um bom desempenho nas actividades de preparação da campanha eleitoral o CDN criou o seu Conselho Executivo Nacional, composto por 35 membros, que deverá optimizar a utilização dos recursos humanos e materiais de que dispõe a CASA-CE, com o objectivo de incrementar as acções iniciadas desde a proclamação da Coligação no dia 03 de Abril de 2012.

5 – Os membros do CDN ratificaram o cabeça da sua lista às eleições, o Dr. Abel Epalanga Chivukuvuku, e após análise e discussão dos critérios adoptados, indicou os cabeças das listas provinciais, cujos nomes serão anunciados no acto de entrega das candidaturas ao Tribunal Constitucional.
.

6 – Os membros do CDN tomaram conhecimento, com bastante agrado, das contribuições pecuniárias e materiais de muitos cidadãos nacionais e reteve este aspecto como o factor principal que vem determinando a rapidez e a eficácia na criação das condições infra-estruturais mínimas que aproximam a CASA-CE aos cidadãos.


A Direcção da CASA-CE, aproveita assim a oportunidade para agradecer penhorada mente a boa vontade dos cidadãos e anuncia que está aberta no Banco BIC a conta nº 72037385/10/001 para efeitos de contribuição que muitos cidadãos desejam fazer para a mudança do status político em Angola.

7 – Os membros do CDN passaram em revista a situação política nacional e constataram o seguinte:


§ O regime do Presidente Eduardo dos Santos tem-se mostrado incapaz em ultrapassar a sua natural vocação autoritária, no que seria um valioso contributo para a Democracia e que a Nação agradeceria eternamente. Muito pelo contrário, o regime adoptou e vem praticando um discurso teórico aparentemente a favor dos princípios da Democracia, com o mero objectivo de confundir a opinião pública nacional e internacional. Tal discurso contrasta, de facto, com a prática quotidiana, tal como o demonstra a mais recente, bárbara e cobarde agressão de que foram vítimas os jovens do “movimento revolucionário”, por parte das milícias privadas e ilegais, os já tristemente célebres “kaenches”, com a cumplicidade da polícia nacional. Ao mesmo tempo que repudia energicamente esta prática vil, a CASA-CE solidariza-se e curva-se perante todas as vítimas da cobarde acção.


§ Na antecâmara das eleições gerais já convocadas, os órgãos da comunicação social estatal refinaram a sua política de censura total às actividades dos partidos políticos que fazem oposição real ao regime. Para confundir uma vez mais a opinião pública nacional, alardeiam com objectivos meramente eleitoralistas a inauguração de novos postos emissores cuja linha editorial será a de sempre, servir exclusivamente os interesses do regime e calar as vozes contrárias. Entretanto, vão dizendo que tais inaugurações são um imperativo constitucional que é o direito à informação. Passam por cima do facto de a mesma Constituição estabelecer que os cidadãos têm direito a uma informação plural. A todos os jornalistas, que a CASA-CE sabe não pactuarem com esta prática de Exclusão, fica aqui a garantia de que nela encontrarão espaço para o exercício livre da sua profissão.


Sobre estes dois aspectos concretos, o CDN da CASA-CE avisa o regime instituído que fará tudo ao seu alcance para que estas manobras tenham fim imediato e conclama a juventude a continuar a cortar a cortina do medo e a continuar a luta pelos seus direitos, seguindo o exemplo dos heróis da Pátria, nos termos do que a Constituição estabelece. O regime começou já com a prática do derramamento de sangue. O CDN da CASA-CE conclama os cidadãos a impedir o prosseguimento desta prática. O CDN da CASA-CE chama a atenção dos patriotas que militam no MPLA no sentido de darem o seu maior contributo para que o caminho perigoso que o Presidente Eduardo dos Santos pretende para a Nação, seja obstruído de uma vez por todas.


§ Os membros do CDN apreciaram o 31 de Agosto escolhido como data para a realização das Eleições Gerais e consideraram ter sido este dia escolhido em razão da sua proximidade à data de aniversário de um dos candidatos, por sinal, o actual Presidente da República, cujos festejos têm merecido, infelizmente, maior destaque que as datas nacionais como o 4 de Fevereiro e o 11 de Novembro. Os membros do CDN lamentam e entendem apenas que este facto é mais um testemunho do carácter malabarista de quem governa autoritariamente o País.

8 – O CDN da CASA-CE apela finalmente e conclama todos os cidadãos a fazerem do seu voto uma arma contra a Tirania, pela Harmonia Nacional, pela Democracia e pelo Desenvolvimento.

Todos por Angola,
Uma Angola para todos!

Luanda, 26 de Maio de 2012


O Conselho Deliberativo Nacional