07/04/12

OS 20 COMPROMISSOS


COMPROMISSO COM ANGOLA ECOM OS ANGOLANOS

Carlos Morgado apresentou o Compromisso em nome dos delegados...
Nós, cidadãs e cidadãosangolanos, membros da CASA –Convergência Ampla de Salvação de Angola, imbuídos do desejo patriótico deservir e realizar Angola, acreditamos firmemente que a actual situação donosso País não é uma inevitabilidade nem uma realidade imutável, e que 2012trará a mudança desejada por todos os angolanos, que será realizada com todosos angolanos e para todos os angolanos.

Com base na nossa convicção ena nossa fé no futuro, nós, membros da CASA, assumimos solenemente o nosso Compromisso com Angola e com os Angolanos,consubstanciado no seguinte:

1-  Contribuir de forma activapara a consolidação da Paz, assentena realização duma Democracia plena enum verdadeiro Estado de Direito.

2-  Promover uma reformaConstitucional que, para além de outros valores a serem inscritos na Constituição,consagre e devolva aos angolanos aEleição Directa e Unipessoal do Presidente da República, insira as línguasangolanas como línguas oficiais e consagre a Terra como pertença dascomunidades.

3-  Eliminar a Corrupção endémica, o roubo desenfreado, osdesvios do erário público, o nepotismo e a má-governação institucionalizada.

4-  Priorizar políticas dinâmicas e efectivas para a Juventude, como capital parao presente e futuro do nosso País, nomeadamente aquelas que promovem o empregoe a formação académica e profissional, combatendo as práticas que incentivam oalcoolismo e a desaculturação.

5-  Implementar um modelo de governação transparente e deresponsabilidade social, subordinado à realização pessoal e colectiva docidadão.
6-  Reduzir a Pobreza extrema em Angola a médio prazo.

7-  Instituir medidas queoptimizem os imensos recursos do País, tornando o fornecimento de água e luz numa realidade na casa de todos os angolanos.

8-  Valorizar os Funcionários Públicos,introduzindo a ética no trabalho e a melhoria nas condições laborais.

9-  Dignificar os Militares, os agentes da Polícia e daSegurança Nacional.

10-        Garantir uma vivência dignapara os ex-Combatentes, osDesmobilizados, os Portadores de Deficiência, os Órfãos e “crianças de rua”, asViúvas e os Idosos, para que eles sintam a solidariedade e o reconhecimentonacional pelos sacrifícios consentidos.

11-        Devolver a dignidade às Autoridades Tradicionais, assente naidiossincrasia cultural de cada comunidade, terminando com a sua banalização esubmissão. 

12-        Promover as Liberdades Fundamentais, promover edespartidarizar a Comunicação Social do Estado,tornando-a isenta e abrangente e legislar a atribuição de subsídios para ofomento da Comunicação Social privada.

13-        Proteger o direito à vida e terminarcom a violência gratuita que colocaem causa os direitos humanos dos angolanos, nomeadamente em Cabinda, naLunda-Norte e na Lunda-Sul, estabelecendo um diálogo abrangente com todas assensibilidades.

14-        Promover, de forma efectiva, a classe empresarial angolana, engajandoas empresas angolanas em primeiro lugar e as empresas nacionais em segundo,como forma da sua capacitação e profissionalização.

15-        Garantir a primazia do direito das comunidades sobre o das grandesempresas, quer na manutenção dos corredores e águapara o gado entre os povos de tradição pastorícia quer de áreas de produçãoalimentar e piscícolas nas zonas de exploração mineira, introduzindo oprincípio do poluidor-pagador, com a indemnização das comunidades vítimas deacidentes ambientais.

16-        Desencadear uma agenda socialque garanta uma Educação universal e dequalidade, que inclua o ensino obrigatório gratuito até ao 12º ano, Serviços de Saúde adequados e Habitação para todos os angolanos,visando igualmente eliminar com as assimetrias regionais.

17-        Promover e apoiar as organizações da Sociedade Civil, Sindicatos livrese Organizações Socioprofissionais, na suaqualidade de educadores cívicos e suportes de promoção da democracia.

18-        Consagrar um Estatuto Especial para a Província de Cabinda, garantido constitucionalmente, tendo por base as suas característicaspeculiares.

19-        Implementar o direito de voto dos angolanos residentes no estrangeiro, em obediência ao plasmado na lei.

20-        Promover a Reconciliação Nacional, construindo umfuturo livre de rancores, sem revanchismos e com garantias para todos aquelesque, em bons e difíceis momentos, serviram no melhor das suas capacidades aNação Angolana.

Este é o Compromisso Solene que todos os membros da CASA, a nossa casa comum,irão realizar, com abnegação e muito trabalho, a despeito de todas asdificuldades que sejam encontradas. Não tememos o futuro, porque a nossaconvicção de servir Angola é imensa. O passado repousa nos anais da História enão nos preocupa, porque a viragem parauma nova Angola começa em 2012.

Todos por Angola – Uma Angola para Todos

O Nosso Dia Chegou
A Hora de Angola Chegou

06/04/12


ANGOLA,FALA SÓ - Abel Chivukuvuku: CASA tem plano para contornar fraude eleitoral


Angola Fala Só à 6ª feira, das 17h30 às 18h30.


Opresidente da CASA, Abel Chivukuvuku, disse que a sua coligação tem umaestratégia para contornar a fraude que possa ocorrer nas eleições deste ano emAngola.

Respondendoaos ouvintes da Voz da América, no programa AngolaFala Só, Chivukuvuku disse que "há países africanos que fazemfraude e a fraude é multifacética. O nosso objectivo não é discutir a fraudemas desenvolver uma estratégia que faça com que, mesmo se houvesse fraude, afraude não determina o resultado eleitoral.  Pode influenciar mas não determinar".


AlexandreNeto / VOA

Abel Chivukuvuku, líder daConvergência Ampla para a Salvação de Angola ( CASA)

"Epara isso nós temos também uma estratégia multifacética que vamos implementar.Não vamos anunciar." declarou Abel Chivukuvuku alertando que "quem jáfez fraude no passado, tentará fazer fraude no futuro".

O presidente da Convergência Ampla para aSalvação de Angola negou que o aparecimentoda CASA favoreça o MPLA, afirmando ser "uma alternativa que vem salvar osangolanos da indigência e da governação anti-patriótica".

"Não temos nada que ver coma UNITA e o MPLA. cada um desses que se afirme por si próprio", declarou,sublinhando ser intenção da sua coligação formar governo e "acabar com apobreza extrema em cinco anos".

Chivukuvuku teve palavars duraspara o govenro de Angola, que apelidou de "teatral", por gastardinheiro em projectos que são bonitos mas não ajudam os angolanos. Deu comoexemplos a urbanização Kilamba-Kiaxi, que um no após a sua construção continuaquase vazia e as obras de embelezamento da Avenida Marginal, em Luanda.

05/04/12

SETE DIAS PARA O TRIBUNAL NOTIFICAR A CASA-Covergencia Ampla de Salvação de Angola

A delegação do Conselho presidencial esteve na manhã d'hoje quinta-feira, no Tribunal Constitucional e procedeu ao depósito dos documentos essenciais, saídos do Convénio Constitutivo.
Entrada do TC...
No interior, na recepção aguardando a chamada ...
Tratam-se da Acta da reunião, do Estatuto, dos 20 Compromissos e da Declaração Política.
Chefiada pelo seu presidente Abel Chivukuvuku, integraram a delegação os  Vices e o Secretário Executivo.
Veja a seguir algumas imagens sobre este momento ímpar:
Gabinete dos partidos políticos do Tribunal Constitucional
Chivukuvuku a saída do TC
Chivukuvuku, falando a imprensa...

Abel Chivukuvuku deixando o Tribunal...

C A S A NO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL

O Conselho Presidencial da CASA-Convergência Ampla de Salvação de Angola deposita hoje no Tribunal Constitucional, a documentação aprovada no Conclave Constitutivo.
O acto terá lugar pelas 11 horas.
São convidados a estar presentes, os profissionais de imprensa.

04/04/12

MENSAGEM DO A M C


MENSAGEM
AMC
AMPLO MOVIMENTO DE CIDADÃOS SOCIEDADE CIVIL

Estimadas Companheiras e Companheiros,
Suas eminências reverendíssimas
Senhores embaixadores, Caros convidados

Que o Senhor esteja connosco.
Ele está no meio de nós. Amém.
Em nome do AMC- Amplo Movimento de Cidadãos, na qualidade de secretário executivo, viemos emprestar a nossa contribuição e solidariedade para a edifiicação do projecto da CASA.

William Tonet, presidente do AMC
Nesta hora mais do que as vaidades os angolanos conscientes devem pautar a sua acção na unidade, cônscios que uma luta séria e objectiva só se consegue com uma Ampla Unidade das Forças comprometidas com a Democracia, com as liberdades e a favor dos Direitos Humanos. Só unidos seremos fortes, para alterar o actual status quo. Isolados e fragilizados os partidos, pela escassez de meios financeiros, serão mais vulneravéis e susceptíveis a extinção pós eleitoral.
Companheiros, a nossa mensagem é de ser preciso reconhecer a realidade actual, em que um actor político, que controla exclusiva e partidocratamente o poder, tem tudo, apossasse de tudo, com as maiores das facilidades e os outros nada têm. Contra este quadro só a unidade, nesta Terceira Via.
Contra a vaidade e a favor da unidade, para juntos, é nossa convicção, travarmos um combate cerrado contra a corrupção, a discriminação, a má distribuição da riqueza nacional e o nepotismo.
Pormenor da sala. No plano de  destaque, Vitória Chivukuvuku que  tem nas laterais os dois filhos.
O AMC acredita que a CASA poderá alavancar as sinergias e energias descrentes dos intelectuais, dos jovens, das mulheres e dos jovens, quanto ao futuro, se trabalharmos com determinação, honestidade e sacrificio, não para sermos os substitutos da má gestão, da governação discriminatória e do enrequecimento ilícito de uns poucos, hoje, que ficam com os milhões de dólares, dos milhões que humilhantemente têm de sobreviver com menos de USD 2,00/dia, amanhã.
É possível fazer política com ética e com actores honestos e comprometidos com as boas práticas de governação de que Angola tanto carece.
A mensagem do AMC é de a futura Direcção da CASA ser capaz de adoptar políticas de seriedade e transparência estabelecendo com os diferentes plataformas de diálogo permanente, sincero, olho nos olhos e que seja quanto aos acordos assumidos, escravo das suas palavras.
Para o AMC, a CASA não deve ver a oposição como adversário, mas aliados com objectivos comuns, quanto aos anseios da maioria dos autóctones deste País, para que ele seja mais igual e justo para todos, pois o que nos divide é menor do que o que nos une.
Para o AMC o projecto da CASA deve em menos de 36 anos elaborar e implantar um verdadeiro Plano Nacional de Saúde, um Plano de Educação obrigatório com inserção das línguas angolanas, nos primeiros anos de escolaridade. Deve implantar um projecto de fornecimento de energia eléctrica e de água na CASA de cada angolano.
A CASA não pode aceitar que o Bié, província onde nascem a maiorioa dos rios de Angola, não tenha água canalizada nem energia eléctrica regular, igualmente não pode aceitar a exportação destes bens para a Namíbia a partir do Kunene e nesta província a opção sejam os furos e os geradores, como na maioria do País.
O AMC lança o repto a CASA para contribuir com a elaboração de um amplo projecto de reforma do actual sistema de Justiça.
Presidium do conclave. No centro está Abel Chivukuvuku. Á direita Manuel Fernandes, mais a esquerda Anatilde Campos, Lindo Bernardo Tito  e Leonel Gomes...
As eleições estão aí, no dobrar da esquina, mas antes do seu início já prenhe de armadilhas e falta de transparência é preciso credibilizar o processo, para que não seja legitimada, mesmo sem votos a Lei da Batota.
A maioria parlamentar na Assembleia Nacional, quer aprovar uma lei punitiva do tempo inquisitorial, para punir um preceito constitucional de ausência em votação que viole os princípios de liberdade, imaginem que agora se punisse a ausência dos convidados da CASA a esta sessão de abertura. Não! A democracia diz que a presença de estar e não estar é livre e discricionária.
O AMC acredita que o Projecto da CASA pode vingar, bastando para tal que todos se dispam de vaidades e lançem mãos a enorme empreitada que vos espera.
Que o Senhor abençoe Angola e todos os verdadeiros autóctones Angolanos. Vamos P’ra CASA
Viva Angola
Viva a CASA

Dr. William Tonet

ASSINATURA DOS ACORDOS DA COLIGAÇÃO EM IMAGENS

A bandeira da CASA-Convergência Ampla de Salvação de Angola
Abel Chivukuvuku, na assinatura formal dos Acordos
Pormenor da mesa pouco antes da assinatura dos documentos que fazem os Acordos da Coligação

Lindo Bernardo Tito, um dos Vice-Presidentes
Alexandre Sebastião André, no momento em que assinava os documentos da Coligação

ABEL CHIVUKUVUKU, ACREDITA NA MUDANÇA

Abel Chivukuvuku quando falava no encerramento do conclave da CASA
Digníssimos Membros do Colégio Presidencial da CASA -
Convergência Ampla de Salvação de Angola.

Caros  Dirigentes desta CASA de todos os angolanos;

Prezados Delegados a este histórico Conclave  Constitutivo da CASA.

Estimados Convidados;

Digníssimos Jornalistas;



Minhas Senhoras, Meus Senhores.

Em nome do Colégio Presidencial da CASA, e em meu nome pessoal, saúdo fraternalmente a todos os presentes,  neste magno  evento,  em particular aos delegados vindos dos quatro cantos do nosso imenso País e do exterior,  desejando - lhes  boas vindas. Sejam bem vindos, meus irmãos. Agradeço o vosso voto de confiança no Colégio Presidencial. Assumimos perante vós,  o compromisso de tudo fazermos para corresponder a Vossa confiança e levarmos a CASA aos mais altos patamares da vida pública nacional.

Queremos, antes de mais, transmitir a  nossa expressão de profunda  gratidão, pelo voluntarismo e dedicação demonstrados  pelos   membros da comissão de organização deste evento e  todos os que  contribuíram para a sua realização. Simultaneamente, exprimo o nosso pedido de desculpas, aos  delegados e aos convidados,    por eventuais  falhas que possam ter ocorrido ao longo destes dois dias.


Permitam-me, uma palavra de especial agradecimento e reconhecimento, pelo papel desempenhado pelos senhores Vice-presidentes da Casa; pelo papel desempenhado pelos vários membros fundadores da CASA  aqui presentes; pelo papel também desempenhado  por várias personalidades deste nosso País, de várias  vertentes partidárias e não partidárias,  que apesar do seu empenho, não são ou ainda não são membros da CASA,   mas que foram  em graus diferenciados, cruciais para o surgimento da nossa CASA. Agradeço tudo o que fizeram  para estarmos juntos aqui hoje. Foi um longo período de reflexões, dúvidas, incertezas, hesitações, desalentos, encorajamentos, pressões,  e até ameaças.
Enfim, foi  tudo isso, mas no fim venceu a razão, venceu a determinação, venceu a vontade de servirmos o nosso País.

 A CASA, é indubitavelmente um projecto amplo, aberto e colectivo que resultou de consensos de vária ordem e por isso a CASA é ideologicamente um projecto do centro. A CASA, congrega personalidades angolanas a volta de consensos que não implicam a abdicação de opções filosófico  – ideológicas anteriores,  por parte dos seus componentes.  A CASA, é o projecto nacional do momento, e preparado para os desafios da etapa actual e tempos futuros.
   
Excelências,

Terminamos o  Conclave constitutivo  da CASA, depois de profundos e calorosos debates,  desenvolvidos de forma cívica e construtiva. Só colhe quem semeia. Assim, lançamos neste evento a semente da esperança, a semente da fé, a semente da mudança para um futuro melhor para o nosso País. A  história  ensina – nos,  que nem sempre os actores de processos políticos relevantes,  lograram o reconhecimento,  no seu tempo, sobre a real dimensão  e  alcance  das suas obras. Consideramos que demos, hoje, aqui, um grande passo em frente. São nossos juízes, o presente, mas sobretudo o futuro e as gerações vindouras.


Angolanas e Angolanos.  

Meus Concidadãos. Minhas Senhoras e meus senhores.


Abel Chivukuvuku, num dos momentos de intervenção.
No dia 14 de Março deste ano, anunciamos a CASA, um farol, e uma nova esperança, para Angola e  para os angolanos. A  nossa CASA comum,  é um recanto  de liberdade, de abertura,  e de inclusão onde todos, e cada um podem encontrar  espaço de reflexão, de  acção, e de realização.

Simultaneamente, lançamos  um desafio e um apelo á todos os angolanos, no sentido de fazermos  de 2012, um ano histórico de viragem, para um futuro melhor para todos os angolanos. Relembro  hoje este desafio, este apelo, este chamamento,  particularmente direccionado a juventude do nosso País. Chegou a hora para a nossa   Determinar a viragem.

Viragem,  para um verdadeiro ambiente de vivência democrática ,  onde a legitimidade e  o primado da Lei sejam uma realidade.

Viragem, para a implementação de um modelo de governação patriótico, que assegure a justiça social, e resolva os problemas essenciais e básicos do  angolano,  constituindo,, isso sim, a razão fundamental da governação.

Viragem, para uma atitude e postura de luta credíveis de luta contra a  corrupção,   contra os desvios do erário público e contra o nepotismo. Nos últimos tempos temos todos testemunhado sinais preocupantes de total usurpação do que é de todos por uns poucos. Não é aceitável que o fundo petrolífero, que é de todos os angolanos se transforme em conta corrente destes. Sejam eles quais forem.  
    
A sala, viveu com euforia a mensagem do presidente da Coligação
Viragem, para a responsabilização, a todos os níveis da vida pública nacional  para o fim da impunidade.

Viragem,  para um futuro de efectiva reconciliação, irmandade, diversidade na unidade e solidariedade activa.

Viragem, para uma governação visionária, moderna, competente, humanizada e honesta, onde a qualidade de vida do  cidadão angolano  seja o factor de avaliação do progresso e do desenvolvimento.


Viragem!

É a mensagem  positiva que a CASA propõe  aos angolanos, como compromisso nacional  a materializar nas eleições deste ano. É  a mudança que a CASA propõe   para  terminarmos,  serena, pacífica e ordeiramente, os 32 anos de poder ininterrupto e nunca eleito.  O actual Presidente da República,  que respeitamos, já cumpriu o seu papel. Chegou a hora de passar o leme. Saber sair no momento apropriado, com elevação e dignidade, nunca  será  uma fraqueza mas sim uma virtude.





Façamos de  2012,  um  novo marco histórico de Angola, a juntar aos outros, como  o 11 de Novembro de 1975, data da proclamação da independência nacional; o dia 31 de Maio de 1991, que representou o advento do pluralismo político e da democracia, assim como o dia 4 de Abril de 2002, que representou o renascer de Angola com a Paz arduamente alcançada.

Os angolanos pouco exigem dos seus governantes. Querem poder circular e dormir sem o constante medo de serem violentados. Querem que seus filhos tenham lugar nas escolas sem terem de pagar o que a partida é gratuito. Querem acesso a um sistema de saúde que resolva, de forma eficaz, os seus problemas de saúde. Querem emprego com salário compatível com o custo de vida. Querem humanismo na abordagem da difícil situação habitacional, sem demolições arbitrarias e sem violência. Não serem espancados por exercerem os seus direitos cívicos de cidadania. Não serem negativamente adjectivados em função do seu local de nascimento ou de origem.

Não seremos nós próprios capazes de resolver estas e outras questões prementes? Eu acredito que somos.

No contexto das relações internacionais, a viragem proposta pela CASA, terá como pressupostos definidores das relações de Angola com os outros países, a defesa da dignidade e doa interesses vitais de Angola, consubstanciados por princípios de reciprocidade e de convivência pacífica.

Caros compatriotas, camaradas, maninhos, irmãos, companheiros.

Estamos hoje, aqui reunidos, nesta cidade de Luanda, tão dinâmica, tão desigual e com a maioria dos  bairros tão negligenciados, imbuídos de  imensa e inabalável fé,    impregnados de uma esperança renascida,   sentido de missão, mas sobretudo com muita convicção, de sermos artífices da mudança em Angola.  É uma responsabilidade que recai sobre todos nós, neste momento impar da nossa história.   É dever de todos os angolanos, participar, cada um a sua maneira mas com responsabilidade assumida, neste grandioso e sagrado esforço nacional para a mudança, de forma positiva, tranquila e sem revanchismos. Ninguém  fará a mudança em  nosso lugar ou em nosso nome.  Só nós próprios a poderemos realizar.



Angolanas e Angolanos, estejamos decididos e dedicados a esta  causa que é a nossa Angola. E á melhor via para a sua materialização, a CASA    
 Depois de dois dias de intenso trabalho, de concertações, de diálogo,  de convivência, e de partilha, vamos sair daqui com uma certeza.  A nossa CASA, representa hoje em Angola, a esperança de um futuro melhor.

Terminamos este Conclave Constitutivo da CASA, com a certeza inabalável  de que Angola terá neste ano de 2012 um novo governo. Governo de natureza patriótica e que resultará da livre escolha dos angolanos nas eleições que se aproximam. Tudo depende da qualidade da nossa prestação política que tem que corresponder  ás actuais expectativas do cidadão eleitor. O governo a formar pela CASA em 2012,  terá como critério básico a  cidadania,  competência e honestidade.   Isto é, um governo do povo, pelo povo e para o povo.



Angolanas e angolanos. Filhos desta terra angolana.


As convicções, as certezas, as esperanças e a fé que nos animam neste momento, terão que ser  tornadas  realidade pelo trabalho enérgico que vamos desenvolver a partir deste momento.  Pelo empenho e dedicação de cada um de nós. Pelo espírito e a mais valia que representa o trabalho colectivo, associado a adopção do principio da responsabilidade individual e colectiva.


Nesta caminhada,  que ninguém se deixe iludir ou levar pela euforia fugaz do sucesso  momentâneo, mesmo se merecido. Mas também, ninguém deve sucumbir á frustração ou  ao desalento das horas  difíceis, que obviamente nos esperam.

O sentimento do dever para com o nosso País e para com os nossos concidadãos, seja a  âncora, a base da nossa sustentação e a razão da nossa  fé inquebrantável.



O tempo que temos pela frente, para tão árdua tarefa é curto. Mas, a nós, não nos deve preocupar o tempo que temos disponível,  mas sim o que fazemos com ele. O tempo vale por aquilo que se faz com o tempo. Se o utilizarmos judiciosamente, se cada momento for valorizado com acções concretas, bem executadas, com  balanços realistas, então, teremos tempo para transformar as nossas convicções em realidade e o futuro estará ao nosso alcance. Porque, com DEUS, nós tudo podemos.   


Caros camaradas, meus irmãos, senhoras e senhores.
 
Não posso deixar de aproveitar esta ocasião, para alertar o facto de sua excelência o Senhor presidente da república já estar em campanha eleitoral, antes mesmo de ter convocado as eleições, usando meios e fundos públicos nessa campanha, em contravenção a lei, e em prejuízo  das forças politicas da oposição que não receberam ainda as verbas para as suas campanhas eleitorais. Isso é imoral e injusto.

É necessário que se passe a exigir que sua excelência o senhor engenheiro Eduardo dos Santos esclareça, de cada vez que se desloca as províncias, em que condição o faz. De presidente da república ou de presidente do seu partido. Se é nesta ultima condição, não deve usar fundos e meios  do Estado porque é ilegal. Se o faz como presidente da república, deve abster-se dos discursos partidários de campanha do seu partido.

Por outro lado, queremos associar-nos aos demais partidos da oposição, na condenação, e recusa em aceitar a Dr. Suzana Inglês como presidente da CNE, porque não reuniu as condições necessárias para a sua elegibilidade. Ela, ou é juíza, ou é advogada. Não pode ser simultaneamente as duas coisas. E se como dizem, suspendeu a sua condição de juíza, para exercer advocacia, enquanto suspensa, não é, de facto, juíza e portanto não é elegível para presidente da CNE.  E tudo deve ser feito para reverter essa situação.

Minhas Senhoras e meus Senhores,    

Chegou a hora, meus irmãos. Levantai-vos. Ide ao encontro dos nossos concidadãos e levai a mensagem. A mensagem sobre a mudança positiva que temos de realizar  neste ano de 2012.

Chegou a hora, camaradas, maninhos, irmãos e companheiros. Arregaçai as mangas e ide, porta a porta, ao encontro da juventude;   das mamas;  dos camponeses;  dos funcionários públicos;  dos militares; ide ao encontro dos policias; ide ao encontro dos agentes económicos e dos empresários e levai a boa nova de um futuro de justiça, de igualdade de oportunidades, de progresso e de liberdade, apelando - os que votem na CASA nas próximas eleições.


Caríssimas irmãs, caríssimos irmãos.  Chegou a hora! Desçam dos   saltos altos e tirem as gravatas.  Ide ao encontro dos desalentados;  dos desesperados;  dos entristecidos; ide ao encontro dos empobrecidos; ide ao encontro dos carenciados, que no conjunto, são a maioria deste povo que sofre sem emprego, sem água, sem energia, sem educação,  sem saúde,   sem saneamento básico, para não falar de todo o resto que tanta falta faz. Levai para todos eles o sentimento  de esperança, e mobilizem – nos para que votem na CASA nas próximas eleições.


Pormenor da sala, durante a sessão de encerramento
Angolanas e angolanos, chegou a hora. Decididamente avançai, ao encontro dos actuais governantes e dos poderosos.  Para eles,  levai a boa nova. Uma palavra. Um compromisso com garantias de um futuro tranquilo e de irmandade. Para todos nós só o futuro deve contar.

O futuro positivo que a CASA propõe a todos os angolanos,  está alicerçado na compreensão, no perdão, na irmandade, e numa vivência de previsibilidade e tranquilidade.


Minhas irmãs, meus irmãos. Angolanos.

 Tenho  muita fé   que as angolanas e os angolanos anónimos, que pelo País adentro, serão os verdadeiros mensageiros da boa nova que a nossa CASA comum representa para o futuro do nosso País.

As eleições serão já amanhã. Setembro já é amanhã. Não há tempo a perder. Não há energias a desperdiçar. O trabalho será árduo mas o resultado será gratificante. Tal como aconteceu no   País africano irmão -  Senegal, em Setembro será em Angola.

TUDO POR ANGOLA   …. UMA ANGOLA PARA TODOS!
O DIA CHEGOU E A AURORA VAI  RAIAR!
A HORA DE ANGOLA CHEGOU!      
QUE DEUS ABENÇÔE A NOSSA CASA, AS NOSSAS CASAS E O NOSSO PAÍS, ANGOLA.
  


03/04/12

IMAGENS SOBRE O CONCLAVE DA C A S A-Convergencia Ampla de Salvação de Angola

Momento de deposição do boletim de voto, para ratificar o Conselho Presidencial da CASA...
Marta Cristina, antiga deputada pela Assembleia Nacional ...

Abel Chivukuvuku ao centro, com Anatilde Campos á esquerda, Manuel Fernandes e Alexandre Sebastiao Andre á direita...


Lindo Bernardo Tito, no discurso pela PLATAFORMA...

02/04/12

MAIS DE 400 DELEGADOS VÊM DO INTERIOR


Pessoal de apoio, durante o acto de credenciamento no Centro de Convenções ...
Mais de 600 delegados  foram credenciados, para participar do conclave Constitutivo da CASA-Convergencia Ampla de Salvação de Angola, a decorrer  durante dois dias no Centro de Convenções de Talatona.
Quatrocentos e sessenta dos delegados chegaram do interior. Apenas 1/3 do total que irá participar veio de Luanda.




01/04/12

FELIX MIRANDA JUNTA-SE A CHIVUKUVUKU



Líder da Justiça Democracia e Desenvolvimento anuncia adesão a CASA

Paris - Venho humildemente manifestar publicamente a minha solidariedade e a minha adesão ao projecto CASA e depositar o meu Voto de Confiança ao Abel Chivukuvuku, o Homem Providencial capaz de virar a página de Angola e renovar a certeza de dias melhores para os angolanos.

Infelizmente e por obrigações familiares não me será possível participar ao Congresso, encontro-me no exterior do país. Mas, por intermédio das Novas Tecnologias da Comunicação e Informação estou em contacto permanente com William Tonet e Abel Chivukuvuku através dos quais me asseguro do desenrolar do projecto. Eu, a JDD – Justiça Democracia e Desenvolvimento, angolanos residentes em França e muitos anónimos, estamos solidários com a CASA, por ser essencialmente um projecto de ordem cívico-social abrangente, reconciliador, unificador e em defesa dos Direitos Humanos e dos Cidadãos angolanos.

Eis algumas das razões

1 - Angola está refém do passado histórico e os angolanos prisioneiros de políticas revolucionárias e comunistas retrógradas, portanto extemporâneas. Disse o Dervixe: “Cada etapa de luta exige um pensamento adequado”. Nesta linha de pensamento, constatamos que o Status-quo político-governamental actual, encoraja iniciativas análogas à da CASA. Certo, a sociedade angolana avança, mas com a cara virada para trás e sem as impressões digitais do angolano.
Não conspiramos a nossa história, nem crucificamos seus heróis vivos e mortos. Não é este o propósito, pois somos igualmente protagonistas da página que se vem escrevendo desde o 25 de Abril de 1974. Entretanto, é chegada a hora de unirmos esforços e inteligências e avançarmos céleres, mas com os olhos fitos para o futuro, os pés bem assentes na terra que nos viu nascer e depositar toda a confiança à Nova Geração de dirigentes, com Novas ideias; Novas energias; Novos métodos de trabalho; Espírito empreendedor e dotados de uma visão mais científica e progressista dos novos tempos, propensa à Boa-governação, assente nos princípios republicanos, com vista a transformar seguramente “Angola num país modelo e os angolanos num povo forte, exemplar e respeitado na África e no mundo.”

Cada um de nós tem o direito de ser feliz. É o que recomenda o decreto natural das leis de Deus. Para tal, a premissa primeira é ser Livre. O mesmo decreto adverte que ninguém nasceu com os poderes de suprimir a vida a quem quer que seja neste mundo. 
 2 - O problema de Angola deixou de ser político-ideológico e passou a ser eminentemente económico-social.

 Ontem nos batemos pela independência de um país (Angola) e pela libertação de um povo (Angolano). Estávamos separados, hoje estamos juntos no mesmo combate pela justiça social e pelos direitos inalienáveis do Cidadão Angolano_ o Soberano, que começam pela conquista da Liberdade intangível. Isto quer dizer, ao contrário de ontem, independentemente dos nossos ideários partidários e ideológicos, pugnamos pelo bem-estar social global, sem qualquer discriminação.
3 – Por outras palavras, queremos dizer: o problema “Angola” apresenta novos dados e novos actores, para novos desafios e novos objectivos, o que pressupõe novas propostas de soluções, tal é o itinerário empreendido pela CASA, tal é o nosso engajamento. 
4 - Eis aqui o fundamento da razão da minha adesão, da JDD e de outras personalidades da comunidade angolana em França. Quero emprestar a minha experiência de 36 anos de luta como jovem, como estudante, como militar e activista cívico em todos os domínios, para edificação de uma Pátria onde cabe todas as micro-nações, onde a justiça seja padroeira e ninguém seja perseguido e reprimido simplesmente por confessar opiniões contrárias ou manifestar seu descontentamento.

5 - Com efeito, juntamente a JDD, como contributo material para a vitória, levamos à CASA um Projecto de Sociedade preponderantemente virado para a juventude, esta juventude frustrada, desesperada e desamparada, mas arguta e indómita que é massacrada todos os dias moral e fisicamente.

Contudo, tudo isso só será possível se os angolanos se fizerem dotar da arma do voto. Para que assim seja, não obstante a fraude antecipada, é indispensável que nos façamos registar.

De Félix MIRANDA, da JDD, dos benguelenses amantes da justiça e da Comunidade angolana em França, recebam o abraço patriótico e fraternal.



 

  

COM GRANDE AFLUENCIA, CREDENCIAMENTO CONTINUA

Prossegue hoje o credenciamento dos delegados ao Conclave Constitutivo da CASA-Convergência Ampla p/ Salvação de Angola.
Pormenor do edifício do Centro de Convenções de Talatona
Delegada ao Conclave
Pormenor  da mesa, durante o credenciamento

São mais de seiscentos delegados. O processo teve início ontem no CCT-Centro de Convenções de Talatona e deve prosseguir ao longo do dia de hoje. Dois terços vêm das províncias. Os restantes são da cidade capital, na sua maioria jovens.
O início da reunião alargada está prevista para esta segunda-feira 2.  Durante o evento vão ser assinados os  Acordos que engajam as partes envolvidas nesta coligação, com destaque para o PALMA de Manuel Fernandes, e o  PADA  de Alexandre Sebastião André.

30/03/12

CREDENCIAMENTO PARA JORNALISTAS NESTE SÁBADO


CONVERGÊNCIA AMPLA PARA  SALVAÇÃO DE ANGOLA
C  A  S  A
COMISSÃO ORGANIZADORA DO CONCLAVE CONSTITUTIVO

Queiram aceitar os nossos cumprimentos.

A Comissão Organizadora do Conclave Constitutivo vem por este meio informar que procederá, no hall de entrada do Centro de Convenções de Talatona, ao credenciamento dos Jornalistas no dia 31 de Março de 2012.
Mais se informa que o referido processo terá lugar no período compreendido entre às 10:00 e às 13:00 horas.

Sem mais de momento,
Queira aceitar os nossos votos de melhores cumprimentos.

                       O Coordenador da Comissão Organizadora
                                        João António Tonga
                                        ________________
                                       (Ilegível)
NB: Para mais informações, queira contactar o  Sr. Rafael Aguiar, através do seguinte terminal:  925 225 172/916 044  964

27/03/12

30 ENTRAM NA CASA NA HUÍLA


A grande maioria dos que anunciaram a entrada para a casa na Huíla, são antigos militantes do MPLA e/ou estavam ligados á sociedade.
Descontentes com o modo como o partido no poder governa, ao ponto de lhes terem demolido as suas residências, vêm na CASA, a esperança para um rumo diferente.


Informações avançadas destacam Alberto Daniel, estudante Universitário na cidade do Lubango e militante da JMPLA, que trouxe consigo 29 ex- militantes daquela organização juvenil do partido no poder.
Deixam a promessa de como lutarão  contra as injustiças na cidade do Lubango, entre as quais se destaca a problemática das demolições de residências.
Outro quadro que abandona o partido no poder, para abraçar a CASA  é o académico  Maurício Vilombo tendo explicado as  motivações que o levaram a tomar esta decisão.
 
Do PRS, abandonou, Frederico Kufukila que tem por detrás  outras vozes daquele partido na Huila.  Falando em exclusivo a nossa redacção,  Frederico Kafukila, referiu que “é urgente quebrar a cultura do medo e intimidação na província”.


Sai da  UNITA na Huíla,  o economista Adalberto  Katchiungo,  Almeida Chilunga Daniel, antigo quadro  das comunicações do gabinete de Jonas Savimbi  e  um  tenente coronel na reserva e  professor primário de nome Lázaro. 

Na  declaração lida na ocasião e particularmente  direccionada   para os  empresários e as outras forças vivas, eles  apelam para a tomada de consciência dos mesmos, no sentido do seu  contributo para a democratização do pais através do amplo movimento de cidadãos ora criado.


Fonte: Informação editada com agências/

...E A GREVE CONTINUA NO CFL-Caminho de Ferro de Luanda



Voltou a fracassar a tentativa de reaproximação de pontos defendidos pelas partes em conflito no CFL-Caminho de Ferro de Luanda.
Distico no local do piquete
Uma  reunião realizada nesta  segunda-feira colocou frente a frente os  trabalhadores grevistas dum lado e os  representantes da entidade patronal do outro.

Contrariamente ao que desejavam  as entidades oficiais,  a greve não só não foi levantada nesta segunda-feira 26, como mantém-se fixada agora para tempo indeterminado.

Ao lugar de levantá-la, preferem aguardar 45 dias e verem os problemas resolvidos, a saber: o pagamento imediato dos reajustes salariais e os respectivos retroactivos, devidos desde Novembro passado; garantir o seguro de saúde; subsídios de percurso para os cobradores e a melhoria das condições de trabalho.

A reunião de ontem teve início por volta 13:00 e terminou  cerca das 16:00 horas, sem nenhum entendimento.

Máquinas imobilizadas, na estação dos Musseques
Os trabalhadores mantêm o piquete da greve, junto das oficinas gerais do CFL, na estação dos Musseques.

IMAGENS QUE MARCAM A POLÍTICA EM ANGOLA

Imagens que vão marcar a história da política em Angola. Carlos Morgado, Odeth Ludovina e Leonel Gomes quando declararam seguir um novo projecto político. Fruto da audácia que demonstraram no decurso da luta pela democracia que a sorte os acompanhe, nesta nova frente.

20/03/12

LINDO BERNARDO TITO, ALEXANDRE SEBASTIAO ANDRE, WILLIAM TONET E ANATILDE CAMPOS SÃO DA CASA-Coligação 

19/03/12

GREVE NO CFL-Caminho de Ferro de Luanda


A greve dos trabalhadores do CFL iniciada segunda-feira entra no seu segundo dia.
Não há informações sobre novas iniciativas que visem  restabelecer os contactos entre as partes.
O grande penalizado continua a ser o público que ficou com menos alternativas de transporte.

Cerca de duzentos e trinta e três trabalhadores subscreveram o caderno reivindicativo que no ano passado foi remetido a direcção da empresa pública.

Reclamam  essencialmente o pagamento imediato dos reajustes salariais, pedem melhoria do contracto de seguro, alimentação saudável e condições condignas de trabalho.

A empresa não publica informação financeira que permita aferir da sua saúde, de modo que tudo que se diz sobre a sua rendibilidade, facilmente cai no goto da especulação.

A greve foi qualificada de ilegal pela entidade patronal.  
A paralisação d’hoje é resultado do fracasso do diálogo entre trabalhadores e responsáveis da direcção do caminho de ferro, ou ainda com os  representantes ministeriais, cujos contactos decorreram nos meses passados.

Alexandre Neto/VOA

CASA ANUNCIA CONVENIO

Abel Chivukuvuku, anunciando novo rumo político ...

Está prevista para esta terça-feira, o anúncio das datas para a realização do Convênio constitutivo da CASA-Convergência Ampla de Salvação de Angola, a coligação de partidos liderada por Abel Chivukuvuku.
O acto vai ter lugar pelas 15 horas, numa das salas do hotel Trópico, em Luanda.
Quatro  figuras de destaque vão tomar parte no evento, que simbolizará o anúncio público do seu engajamento no projecto político.
Trata-se  de Lindo Bernardo Tito,  Sebastião Andre, e Manuel Fernandes e William Tonet.
Pormenor do acto de anuncio de cessação de militância.
Da esquerda para a direita, podem ser identificados Xavier Jaime, Carlos Morgado,
Odeth Ludovina e Leonel Gomes ...

Lembro que á 14 de Março Abel Chivukuvuku anunciou ao país o seu novo rumo político.
A este acontecimento que muito animou a semana política, seguiram-se  outros, durante os quais, figuras como a  de Carlos Morgado, antigo médico pessoal do presidente da UNITA e Odeth Ludovina, antiga presidente da LIMA, declaração roptura com as suas antigas filiações partidárias e anunciaram a entrada na CASA.